quinta-feira, 2 de junho de 2011

Bullying, Amanda Gurgel, fakes no twitter... O que virá depois?

Há alguns dias (em escala maior), o assunto que dominava as conversar, principalmente as que aconteciam nas redes sociais era o "bullying". O termo "americanizado" para definir a violênica física ou psicológica que a criança recebe a escola e que pode deixar sequelas para o resto da vida. Obviamente, a maioria dos brasileiros - incluindo os natalenses - com sua criatividade, levaram a sério, mas também resolveram se divertir às custas do termo, inventando piadas e brincadeiras.
Rapidamente o termo foi deixado de lado, devido a uma professora que disse "o diabo" na frente dos deputado na AL - mas de forma elegante e ordeira - e que por isso foi para no Faustão. Pronto, não se falava em outra coisa, a não ser em Amanda Gurgel.
Agora, bastou um tribunal condenar um vereador em Londres, que estava criando fakes no twitter para que, aqui em Natal, esse viesse a ser o assunto. Nas redes sociais está "bombando". Existem os que repugnam essa prática, tem os que defendem e tem os que se divertem vendo a banda passar.
Aqui dois dos fakes mais famosos - @prefeitamimi e @paquitamoema - que são da prefeita Micarla e de Thalita Moema, respectivamente, estão - pelo menos essa semana - causando uma "resenha" virtual grande.
É, a tecnologia fez com que as notícias cheguem e se tornem manchetes muito rápido. Mas, que sejam substituídas com a mesma velocidade.
O que estará no lugar dos #fakes na próxima semana? (ou é tempo demais?)

terça-feira, 31 de maio de 2011

R$ 600.000.000.000,00

Por volta do meio-dia de hoje, a gente deve tá entregando ao governo a mísera quantia de R$ 600.000.000.000,00 (seiscentos BILHÕES de reais em impostos), segundo o "impostômetro" que fica em São Paulo. No ano passado, este memso número só foi alcançado no dia 24/06.
Se formos dividir por cada brasileiro, era como se cada um de nós tivesse entregue aos nossos "tiriricas" a quantia aproximada de R$ 3.100,00 já que a população brasileira está avalidada em 190,7 milhões, de acordo com o censo do IBGE de 2010. Neste ritmo, vamso terminar o ano deixando aproximadamente R$ 7.500,00, segundo João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT).
Com um "gênio financeiro" como Palocci trabalhando ao lado de Dilma, era de se esperar que a empresa que ela administra - o Brasil - arrecadasse cada vez mais. Pena que nós, os clientes, não tenhamos opção na hora de escolher, nem PROCOM e SAC - por piores que sejam - para reclamar.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Foi ela quem engravidou de Neymar?

















O nome dela é Fernanda Souza Barros e é, segundo informações, a suposta (ou verdadeira) mãe do filho de Neymar.
Com ou sem filho, ela mostra que é bem íntima do craque.

A internet e os políticos.

O protesto ocorrido ontem contra Micarla e Rosalba - no cruzamento da Salgado Filho com a Bernardo Vieira - foi todo organizado pelo twitter.
Amanda Gurgel chegou ao Faustão, Jornal da Record e etc, graças ao youtube.
Isso não seria possível dez anos atrás.
Esses são dois exemplos recentes de como a internet está influindo inclusive no modo de agir dos políticos. Esses políticos, que dominam a grande maioria dos meios de comunicação tradicionais, não tem esse mesmo poder na net - o mais democrático e, a cada dia que passa, popular - meio de comunicação que existe.
Com isso, determinadas ações que são feitas ou não, rapidamente estão difundidas para a sociedade. Videos de corrupção, fotos de desserviço, declarações, etc, etc. Coisas que antigamente eram editadas ou censuradas de acordo com a conveniência da emissora e seu partidarismo político, não correm mais esse risco na grande rede.
Assim, os gestores públicos passaram (eu acho) a ter um pouco mais de cuidado, em todos os aspectos, pois não só os seus atuais "inimigos políticos" (sim, pois na política tudo muda muito rápido, inclusive as amizades e inimizades), mas toda a população está de olho. E para cobrar, em sua grande maioria. Quem (dos políticos) não se adaptar a essa nova realidade, fatalmente sofrerá prejuizos.
A mobilização da opinião pública pode ser importante e começa a dar resultados. E isso, para alguns dos nossos eleitos, não é muito bom.
Se esses gestores não fossem amparados em leis tão "camaradas" e numa infinidade de recursos...
O judiciário bem que poderia ser mais rigoroso.
Dinarte Mariz uma vez disse que o "senado é melhor que o céu". O senado e os demais cargos públicos podem até trazerem benesses maravilhosas, mas não acredito que nem na época de Dinarte nem no céu a cobrança seja do jeito que é hoje.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Amanda Gurgel: o certo e o duvidoso.

A repercussão foi imediata (ou quase). Como a imprensa local é quase toda dominada pela classe política e os órgãos governamentais são os maiores anunciantes (patrocinadores), o pronunciamento de Amanda Gurgel só foi ter vez no rádio, tv e jornal depois que, espontaneamente a população o elegeu como campeão de audiência através do youtube e o divulgou de graça pelas redes sociais. Daí para o Faustão, Jornal da Record, etc, etc foi um pulo.
Porque? Na minha visão ela expressou na cara - e no lugar - de pessoas apropriadas, de forma coerente, mas se impondo, o desejo de uma classe profissional que nunca teve direito a uma dignidade mínima de trabalho. Não houve o menor esboço de reação - e olhem que eram políticos que lá estavam - pois não havia como reagir.
Com isso, ela - Amanda Gurgel - ganha status de heroína. A população, sedenta de justiça, de um(a) salvador(a) da pátria, vê nessa pequena mulher uma ínfima possibilidade de um começo de vida melhor. Será? Acho pouquíssimo provável.
Não respondo pelo Brasil, mas na nossa cidade, no nosso estado, o poder público oferece bensesses a muita gente, de forma direta ou indireta. Essas pessoas tem famílias e, portanto seus votos são multiplicados por 4, 5 ou mais.
Pessoas que hoje aplaudem e gritam o nome de Amanda Gurgel, na hora do voto, trocaram seus (ou de alguém muito próximo) confortáveis contra-cheques (ou contratos), expedientes de 06 horas diárias, varias feriados e recessos e tudo mais que o maravilhoso poder público oferece por uma aposta incerta?
Sendo bem pragmático, não sou muito otimista ao responder essa pergunta.
Nesse caso vale muito aquele ditado. "É melhor o certo do que o duvidoso."

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Amanda Gurgel: as atenções se voltaram para ela.



Amanda Gurgel, a corajosa e articulada professora que calou os deputados e movimentou as redes sociais durante esta semana teve todas as atenções voltadas para ela. Entrevitas, seu nome no "TT Brasil" como um dos 10 assuntos mais discutidos no twitter, personalidades como Marcelo Tas, Zelia Duncan, Gilberto Gil escreveram sobre ela no seu microblog. Jornais eletrônicos como O Globo, Uol e etc. também. Todos enaltecendo a corajosa atitude dela. E eu também.
Mas, será que a mensagem de Amanda foi bem passada? Será que, em vez do foco ser ela, não deveria ser a necessidade real e imediata da melhoria da educação em Natal, no RN, no Brasil?
Ou os professores, que aqui ganham R$ 930,00 de salário-base e tem que dar 3 turnos de aula para ter um mínimo de condição de vida e comparando com as vestimentas dos deputados e da secretária de educação?
Ou as condições precárias das escolas?
Enfim, tudo o que ela explanou no seu discurso, como está no vídeo acima, até então visualizado por mais de 147.000 pessoas, foi colocado em segundo-plano, em detrimento da sua coragem de falar.
Para a imprensa e para a maioria de nós, a necessidade de uma celebridade, de um "herói", é proporcional a de Amanda Gurgel de querer ter condições dignas de trabalho e remuneração.
Ela fez a parte dela em expor o caos, de forma prática e sucinta, pois está vivendo nele. E merece todos os méritos por causa disso. Mas, como ela mesma disse, a nossa educação, como a saúde, a segurança, e etc, etc, necessita de urgênica.
Não nos apoiemos em Amandas Gurgeis. Façamos o mesmo, cada um do seu jeito.
Nós precisamos disso. E muito!